Última atualização em 17/05/2024 às 07:48:02

Com a finalidade de buscar informações e experiências para impulsionar a economia e o desenvolvimento de Sergipe, a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), realizou uma visita esta semana ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará. O diretor administrativo e financeiro da Companhia, Gildo Xavier, realizou a visita.

O Complexo é considerado um espaço de impulsionamento e crescimento que possibilita o desenvolvimento industrial, econômico e social, favorecendo a economia local, regional e nacional, movimentando materiais siderúrgicos, fertilizantes, a granel e contêineres. Segundo Gildo Xavier, a visita foi um importante momento de promover o benchmarking, ou seja, um processo de pesquisa para analisar como funcionam os produtos, processos e serviços do Pecém. “Viemos fazer uma pesquisa em outras organizações que são referências no que fazem para entender como estão desenvolvendo suas atividades de atração econômica e industrial e, por fim, trazer essa experiência no que for possível para o nosso estado”, apontou.

O diretor reforçou ainda que um dos pontos interessantes foi a apresentação do modelo de negócios por meio da  Zona de Processamento de Exportação (ZPE) implantada no complexo. “Ela é uma espécie de Zona Franca para negócios voltada para exportação e aliada a estrutura de um porto, o que representa uma grande alternativa para a promoção do desenvolvimento econômico do estado”, completou Gildo.

Acompanharam ainda a visita a vice-presidente financeira do Complexo, Rebeca Oliveira, o diretor-presidente da ZPE, Eduardo Neves, e demais integrantes da equipe técnica; além do inspetor-chefe da Receita Federal do Brasil no Porto do Pecém, Carlos Henrique Melo Júnior, e representantes das ZPE’s do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e do Mato Grosso,

Sobre o Complexo

O Complexo está localizado entre os municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, a 60 quilômetros de Fortaleza e ocupa uma área de 13.337 hectares. O plano diretor divide a região em quatro setores; o primeiro, é destinado às termelétricas e à Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP); o segundo, à refinaria e polo petroquímico; o terceiro, à área industrial e o quarto, é da área institucional, serviços e Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

Atualmente, o Complexo congrega 30 empresas e em operação já são 22, estando as demais em fase de implantação. Juntas, totalizam investimentos na ordem de R$ 28,5 bilhões, gerando cerca de 50,8 mil empregos diretos e indiretos.