Última atualização em 17/05/2024 às 07:48:02

Na manhã da última quinta-feira (16), representantes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise) voltaram a se reunir com integrantes da Associação Brasileira de Química (ABQ/SE), com o intuito de discutir o potencial de implantação de indústrias químicas em Sergipe. Um primeiro encontro para debater o assunto já havia acontecido em setembro.

Desta vez, o geólogo e assessor da Codise, Johelino Nascimento, fez uma apresentação a respeito do possível aproveitamento racional dos recursos minerais de Sergipe. Ele resgatou toda a documentação existente no acervo técnico da companhia, abordando desde as primeiras descobertas das jazidas de salgema e de petróleo, que ocorreram ao longo da primeira metade do século XX.

“Sergipe reúne diversos pontos fortes em se tratando de seu potencial econômico, a exemplo das reservas de petróleo e gás em águas profundas e de materiais minerais em subsolo. São elementos que favorecem a instalação e ampliação de indústrias químicas no estado. Com a cooperação técnica da ABQ com o Governo de Sergipe, esse potencial torna-se ainda mais promissor”, salientou o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Durante a reunião, o superintendente-executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, propôs a elaboração de um documento com a eventual colaboração de uma consultoria, na qual pudessem ser consolidados e atualizados todos os dados e informações já existentes. O documento teria o objetivo de disponibilizar materiais para as potenciais empresas interessadas no setor químico no Estado.

Também na oportunidade, o professor da ABQ, Haroldo Dórea, apresentou um primeiro esboço do que será o próximo Simpósio de Química do Nordeste, a ser realizado em julho de 2022 em Aracaju. “Reiteramos o interesse da Sedetec no tema e disponibilizamos nossa estrutura física para realização do evento”, pontuou José Augusto Carvalho.