Ação do PSDI oportuniza a geração de cerca de mil novos empregos

Com a missão de fomentar a geração de negócios, visando o desenvolvimento socioeconômico do estado, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise) atuaram de forma contínua, ao longo de todo o ano, a fim de garantir a atração de novas empresas e a manutenção dos negócios já existentes em Sergipe.

Ao todo, 15 benefícios foram concedidos através do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), oportunizando a geração de cerca de 1.000 novos empregos para sergipanos de diversos municípios, como Laranjeiras, Itaporanga D’ajuda, Carmópolis, Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, Santa Rosa de Lima e Tobias Barreto.

“O Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial é um dos diferenciais que Sergipe possui quando procura atrair novas empresas. Inclusive, recentemente, o governador sancionou a Lei que prorroga os benefícios do programa por mais 10 anos. Isso é muito importante para negociarmos com os empresários que têm interesse em investir no estado”, explica o secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho.

A fiscalização e controle das ações do Programa também têm sido constantes. Ao longo de todo 2020, a Codise fiscalizou e levou ao Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI)  o descumprimento das normas do PSDI em 13 empresas. “Nossas equipes visitam as empresas e verificam se estão cumprindo os requisitos necessários para a manutenção do benefício concedido. Assim, caso se caracterize um descumprimento, notificamos a empresa, e caso ela não volte às normas, informamos ao Conselho, que delibera sobre o tema. Neste caso, em 2020, 13 empresas tiveram seus benefícios, sejam fiscais ou locacionais, revogados”, explica o presidente da Codise, José Matos.

Outro ponto que merece ser destacado com relação ao PSDI é o número de reservas de área realizadas ao longo do ano, ou seja, o número de empreendimentos que sinalizaram interesse em imóveis geridos pela Codise. Ao todo, foram 34 reservas de área, um número bastante positivo, visto que este é o primeiro passo para a instalação de uma empresa no estado. “Após reservar a área, o empresário apresenta o relatório técnico-econômico-financeiro que será analisado pela Codise. Caso aprovado, a proposta segue para deliberação no CDI”, completa José Matos.

O presidente da Codise lembra que o ano foi bastante conturbado para o ramo industrial como um todo, fazendo as indústrias sergipanas sentirem o impacto da pandemia com a perda de produção, redução de receita, redirecionamento da produção, entre outros pontos. “Recebemos sempre com satisfação todos que procuram a Codise, apresentando nossas áreas e nossos benefícios. Em 2020 não foi diferente. Estivemos ao lado dos empresários e procuramos auxiliar no que estava ao nosso alcance durante esse ano tão desafiador. Mas, com foco no trabalho, conseguimos alguns resultados positivos que devem ser comemorados”, finaliza o presidente do órgão, José Matos.