Projeto prevê um investimento global de R$ 252 mil reais e a concessão de sete bolsas (DTI)

Com o objetivo de atrair recursos humanos qualificados e com experiência profissional em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Estado de Sergipe (Codise), em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (Fapitec/SE) lançam o edital do Programa de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Instituições Estaduais.

Para este edital, os recursos são oriundos do orçamento da Fapitec/SE, com investimentos do Fundo Estadual para o Desenvolvimento Científico Tecnológico (FUNTEC), gerido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), em um valor global de R$ 252 mil reais. Além disso, as bolsas contarão com um valor unitário mensal de R$ 3 mil reais, por um período de 12 meses.

“Este é mais um importante edital lançado pela Fapitec, onde em uma parceria estratégica com a Sedetec e Codise iremos aportar bolsas em uma demanda importantíssima para o desenvolvimento econômico do Estado de Sergipe. Um edital que irá trazer ótimos resultados a curto prazo”, lembra o presidente da Fapitec, Ronaldo Guimarães.

Para isto, são disponibilizadas sete bolsas na modalidade de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), distribuídas entre diferentes áreas profissionais. Serão ofertadas bolsas para pesquisadores com formação superior em Economia, Engenharia Civil, Geologia, Arquitetura e Urbanismo. Ainda, os bolsistas selecionados irão desenvolver suas atividades dos seus projetos diretamente na sede da Codise.

“Procuramos, através desta parceria com a Fapitec, promover o desenvolvimento de novos projetos no âmbito da Codise, com foco no fortalecimento e criação de políticas públicas que agreguem ao corpo técnico da Companhia”, salienta o presidente da Codise, José Matos.

Inscrições

A submissão de propostas já está disponível e será válida até o dia 13 de janeiro de 2023. Posteriormente, a Fapitec realizará o julgamento das propostas, com o resultado final sendo divulgado no dia 08 de março de 2023, no Diário Oficial do Estado, site e nas redes sociais da Fundação. Além disso, as informações complementares sobre o Edital estão disponíveis na aba “Editais Abertos” no site oficial da Fapitec, ou por meio do telefone (79) 3259-3007.

 

O terreno possui uma área de 43.994,00 m²

Na manhã desta quinta-feira (17), o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), José Matos, recebeu das mãos do prefeito do Município de Macambira/SE, José Carivaldo de Souza, a escritura Pública de doação de um terreno para a estruturação do Núcleo Industrial e de Serviços. Além dele, o vice-prefeito da cidade, Antônio Carlos (Toinho do Crato), acompanhou o encontro realizado na sala de reuniões, na sede da Codise. 

O terreno para a instalação do Núcleo Industrial está localizado no Povoado Barro Preto, em Macambira, e possui uma área de 43.994,00 m². De acordo com o prefeito, a expectativa é que em torno de um ano, o terreno já esteja à disposição das indústrias. “Para nós é a maior satisfação porque iremos gerar muitos empregos para o nosso município e, consequentemente, trazer mais desenvolvimento. Nós só temos a agradecer pela recepção que nós tivemos da diretoria da Codise”, relatou. 

Assim como José Carlos, a expectativa do Governo do Estado e do presidente da Codise, José Matos, é que a criação do Núcleo Industrial gere emprego para a população. Matos também destacou os próximos passos após o encontro. “A partir de agora a engenharia vai realizar o loteamento da área e, após a criação dos lotes, a gente vai ter a disponibilidade desse imóvel para que outros projetos industriais possam vir para Sergipe, mais especificamente, em Macambira”, pontuou. 

Com a finalidade de conhecer os investimentos no setor mineral no interior do Estado de Sergipe, a equipe técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), José Matos, receberam a visita do diretor-presidente da Nexon Mineração, Marcelo Martins, do geólogo da empresa, Ricardo Gallart e do gerente regional da Agência Nacional de Mineração, George Eustáquio.

 

A reunião ocorreu na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), sob condução do secretário José Augusto Carvalho. Acompanhado dos técnicos da pasta, o secretário pôde recepcionar os convidados e avaliar os projetos que estão em desenvolvimento nos municípios de Brejo Grande, Nossa Senhora de Lourdes e Gararu. 

 

O secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, afirmou as boas expectativas após o encontro. “Procuramos sempre reunir o corpo técnico da Sedetec para apresentar a equipe do Governo aos empresários e mostrar que Sergipe recebe, com muito acolhimento, as empresas que se interessam pelo nosso Estado. A Nexon vislumbra um potencial muito grande em nosso estado e, hoje, puderam nos mostrar alguns desses projetos através de estudos realizados pela empresa”, disse.

 

A expectativa da empresa é que em 2024, o projeto de Brejo Grande, que tem como principais minérios titânio e zircônio, se inicie. “O trabalho preliminar já foi elaborado, mostrando uma pré-viabilidade econômica. As demais áreas que vão bloquear outras reservas para o projeto ainda vão ser concluídas para a gente avaliar e aprovar os projetos”, pontuou o diretor-presidente da Nexon, Marcelo Martins.

 

O superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, destacou a importância da visita e de projetos nesta vertente para o Estado. “Todo projeto, do modo que ele nos apresentou, é muito interessante e o Estado tem total interesse em participar. Podemos estabelecer pontes para dar mais celeridade ao processo que já está em desenvolvimento e auxiliar no que necessário”, pontuou. 

 

O gerente regional da Agência Nacional Mineração, George Eustáquio, destacou a longa parceria entre o órgão e a Sedetec. “A empresa nos mostrou as perspectivas futuras de uma ocorrência mineral e do andamento de uma pesquisa em Sergipe. Achei interessante trazer a novidade para a Sedetec e todas as linhas que trazem desenvolvimento para o estado. Temos muito interesse em compartilhar e dar oportunidade para as empresas”, ressaltou.

 

Nexon Mineração

 

Com base administrativa em São Paulo e Belo Horizonte, a empresa foi fundada em 2019 como plataforma de investimento no setor de mineração, diversificando o portfólio no setor em que o grupo controlador atua. A Nexon desenvolve seus projetos visando a produção com foco em minerais estratégicos, tais como: cobre, ouro, titânio, zircônio, níquel, cobalto, terras raras, potássio e fósforo. 

 

“Nós não somos uma empresa que desenvolve o projeto e vende para uma outra depois. A gente desenvolve, colocamos em produção e vamos operar por 20, 30 anos, durante toda a vida útil do projeto. Vai gerar muito emprego e muita renda para o estado”, concluiu o diretor-presidente da Nexon, Marcelo Martins.

 

O governador Belivaldo Chagas se reuniu nesta terça-feira (20), no Palácio dos Despachos, com representantes da Carmo Energy, pertence ao grupo espanhol Cobra e que adquiriu, recentemente, campos terrestres (on shore) da Petrobras em Sergipe. Durante o encontro, a empresa anunciou para os próximos 10 anos, R$ 640 milhões em investimentos em inovação tecnológica e social em Sergipe.

“Com a retomada da produção de petróleo e gás em Carmópolis, teremos um novo polo de desenvolvimento econômico, pesquisa e inovação em Sergipe. As perspectivas são as melhores possíveis. A Carmo deve investir, aqui, cerca de R$ 640 milhões nos próximos 10 anos, não só retomando a produção de combustíveis, mas também criando um verdadeiro celeiro de inovação e tecnologia, gerando emprego e renda com projetos educacionais em todos os níveis e de fomento de startups. O processo de transmissão dos ativos está em fase avançada na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Combustível (ANP)”, disse o governador Belivaldo Chagas, que colocou o Estado à disposição da empresa. “Sabemos da capacidade do grupo e esse investimento nos anima e traz de volta a esperança. Portanto, no que depender do governo do Estado, estamos aqui para colaborar, afinal de contas, a gente precisa dessas parcerias para ajudar a desenvolver Sergipe”, reforçou o governador.

Segundo o CEO da Carmo Energy, Daniel André Solino Noleto, o intuito da reunião foi apresentar as perspectivas de investimentos, além de estreitar as relações com o Estado. “Entendemos que é importante fazermos essa aproximação com o Governo de Sergipe, por que a gente vai atuar muito forte no estado e pretendemos desenvolver importantes ações. Somos uma empresa voltada à área de energia e infraestrutura, que dentro da exploração de óleo de gás, hoje, no mundo, tem uma produção diária de 45 mil barris. E, agora, o polo Carmópolis representa o projeto mais importante o nosso workshop brasileiro”, disse o CEO, destacando a perspectiva de retomada do polo de Carmópolis. “A empresa está em processo de transição de ativos e depois de concluído o processo, devemos retomar a produção do polo. Esperamos chegar a níveis produzidos em 2012, isso quer dizer uma produção acima de 25 mil barris. E, para isso, teremos um alto investimento já nos próximos cinco anos”, informou.

A operação envolve os campos Carmópolis, Aguilhada, Angelim, Aruari, Atalaia Sul, Brejo Grande, Castanhal, Ilha Pequena, Mato Grosso, Riachuelo e Siririzinho. Entre janeiro e novembro de 2021, a produção média dos 11 campos foi de 7,6 mil barris de óleo/dia e 43 mil m³ de gás/dia. A operação de venda foi autorizada pelo Conselho de Defesa Econômica (Cade), em 12 de janeiro de 2022. A venda da totalidade da participação da Petrobras foi anunciada na penúltima semana de dezembro de 2021, pelo valor de US$ 1,1 bilhão.

Além das concessões dos 11 campos terrestres, o polo contempla acesso à infraestrutura de processamento, escoamento, armazenamento e transporte de petróleo e gás natural. O ativo integra ainda o Polo Atalaia, no qual está contido o Terminal Aquaviário de Aracaju (Tecarmo), e o oleoduto Bonsucesso-Atalaia, que escoa a produção de óleo de Carmópolis até o Tecarmo.

Inovação tecnológica e social

A empresa espera investir, nos próximos 10 anos, cerca de R$ 640 milhões somente em inovação tecnológica e social em Sergipe. O objetivo segundo explicou o gestor e pesquisador Fabiano Martins Carvalho, é promover à comunidade social de jovens vulneráveis o acesso à informação e prática de projetos de tecnologia. “A gente tem a oportunidade de unir a iniciativa privada com o poder público, com cientistas, como desenvolvedores inovadores e a estrutura que hoje é conhecida como Tecarmo. Desta maneira, parte dessa área vai ser destinada a fazer um grande banco de inovação, no qual a gente vai levar estruturas de laboratórios, de incubadoras, aceleradora de startups, para receber essas startups, que vão ser fruto desse investimento e desse trabalho junto com a universidade, com as redes estadual e municipais de educação”.

“A chegada da Carmo Energy é um momento muito importante para o estado. Então a expectativa é grande, desde o primeiro momento, nós no colocamos à disposição para apoiar em qualquer necessidade. Já tivemos algumas reuniões e esse momento é importante para conhecer os projetos da empresa, estreitar laços e parcerias produtivas, não tão somente da área de exploração de petróleo e gás, como também em outras ações que possam beneficiar o estado de Sergipe”, ressaltou o superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes.

A reunião contou ainda com a participação do gerente-executivo Mauro Elias Rocha Fernandes; do assessor jurídico Fernando Henrique Miranda da Cunha; do gestor Samuel Max Gabbay; do secretário de Estado da Fazendo, Marco Antônio Queiroz; do secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho; do secretário da Seduc, Josué Modesto; do diretor-presidente da Sergas Valmor Barbosa; do diretor-presidente da Deso, Carlos Melo; e do diretor da Codise, Gildo de Souza Xavier.

Desde 2015, a empresa emprega moradores da região

O Distrito Industrial do município de Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe, é casa para muitas empresas que recebem benefícios fiscais ou locacionais do Estado. Uma delas é a Super Carnes Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. Com uma linha de produção focada na fabricação de derivados de carne animal, a empresa possui uma receita anual que gira em torno de R$ 105 milhões, e é uma das diversas empresas distribuídas por Sergipe que conta com incentivos do Governo do Estado, por meio do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI).

Estabelecido em Socorro desde 2015, o empreendimento é responsável pela produção de diversos produtos derivados da carne, como frangos temperados, carne do sol, charque, cortes suínos e bovinos, além do carro-chefe da empresa, os espetinhos de coração, medalhão, entre outros. Para o tempero das carnes, a fábrica adquiriu, recentemente, um maquinário que possibilita o trabalho com até 700 quilos de produto, aumentando assim a produção da indústria.

O processo de fabricação se inicia desde a compra dos produtos em diversos estados do país, como o Paraná e Tocantins. A gerente administrativa da SuperCarnes, Jacqueline Lima da Silva, explica como funciona a logística diária da fábrica. “Nós realizamos o descarregamento de rotas diárias. Além disso, fazemos todos os dias rotas para um determinado local, com determinados produtos, ou seja, seguimos um padrão, praticamente”, detalha. Ela também informa que a empresa possui todo maquinário responsável pelas embalagens dos produtos.

Atualmente, as principais atividades da fábrica estão voltadas para a área de produção e fabricação própria. Já o mercado consumidor é principalmente supermercados e açougues de todo o estado. De acordo com a gerente administrativa da empresa, existe um produto específico que é mais procurado por esses clientes. “A gente tem uma grande procura por produtos temperados. Eles compram com a gente para revender em seus empreendimentos”, lembra.

EMPREGOS

A SuperCarnes, hoje, emprega cerca de 100 funcionários, de forma direta e indireta. Durante períodos específicos, como carnaval, festejos juninos e festas de final de ano, onde a empresa precisa intensificar a produção de determinados produtos, torna-se necessário realizar contratações temporárias. “Fazemos essas contratações no final do ano, já que o pessoal adquire muito os frangos temperados. No carnaval e nos festejos juninos, batemos recorde de venda de espetinhos porque são várias festas públicas e particulares que ocorrem em todo o estado”, explica Jacqueline.

Durante esses períodos, a fábrica chega a contratar cerca de 30 a 40 funcionários, sempre priorizando os moradores da região. “Nós fazemos contratos de 30 a 45 dias e alguns são renovados por mais 30 ou 45 dias, dependendo da demanda”, afirma a gerente administrativa.

Responsável pelo processo de produção da SuperCarnes, Mauricio dos Santos Silva é morador do município de Nossa Senhora do Socorro e se mostrou grato pela chance de trabalhar na empresa. “Trabalho na fábrica há três anos. Antes de começar aqui, estava fora do mercado e esse trabalho trouxe novas expectativas. Nós sabemos como está difícil conseguir emprego hoje em dia, então eu valorizo muito essa oportunidade”, pontua.

 

PSDI

Em 2015, ano de instalação da fábrica no Distrito Industrial de Socorro, a SuperCarnes foi beneficiada com auxílio fiscal e locacional do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), conduzido pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise). “É uma grande preocupação da empresa continuar com esse incentivo do Governo porque são diversas famílias que precisam desse emprego para sobreviver”, frisa Jaqueline Lima.

Com o aumento da produção, a empresa adquiriu um terreno ao lado da fábrica visando a ampliação do empreendimento. A pretensão é que ainda esse ano a expansão se inicie. “Nossas expectativas estão altas, por isso que esses incentivos são tão importantes, para que a gente consiga ir adiante e contratar ainda mais funcionários”, finaliza a gerente administrativa.

O evento que acontece ao longo da terça e quarta, reúne diversos agentes do segmento para realização de negócios e troca de conhecimentos

Durante a manhã desta terça-feira (14), a equipe da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) participou do Sergipe Oil & Gas, no Delmar Hotel. O evento, organizado pelas consultorias BrainMarket e Eolus, acontece durante os dias 14 e 15 de junho, e tem o objetivo de atrair novos investimentos para Sergipe, promover a melhoria da cadeia produtiva regional, incentivar parcerias tecnológicas e gerar oportunidades de melhorias na infraestrutura para atender as demandas de óleo e gás no estado.

A solenidade de abertura contou com a presença do representante do Ministério de Minas e Energia (MME), Guilherme Papaterra; do Deputado Federal, Laércio Oliveira; do secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho; do superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio Às Micro e Pequenas Empresas em Sergipe, Paulo Eirado e o diretor da consultoria BrainMarket, Eduardo Aragon.

Representando o Governador do Estado, o secretário do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho, ressaltou o sucesso do Sergipe Oil & Gas e falou sobre a importância do envolvimento da comunidade especializada. “Acredito que será um encontro bastante produtivo para todos que estão presentes. Não se esqueçam que as oportunidades estão aqui”, disse.

Convidado para falar sobre o Contexto e Oportunidades em Óleo e Gás, em Sergipe, o superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes, abordou as medidas adotadas para atração de investimentos e oportunidades para a Cadeia Produtiva de Óleo e Gás e falou sobre a importância do evento. “O Sergipe Óleo e Gás tem dois objetivos principais: o primeiro é dar uma maior visibilidade a todo trabalho que vem sendo desenvolvido pelo estado e pelas empresas, além de mostrar as oportunidades que existem em Sergipe nesse setor. O segundo objetivo é promover uma integração da cadeia de Petróleo e Gás, procurando inserir as pequenas e médias empresas de Sergipe nesse contexto de desenvolvimento do setor, para que possam ter uma participação efetiva nesse trabalho que vai ser desenvolvido”, explicou.

Além de sua apresentação, Marcelo exibiu um vídeo institucional do Governo do Estado, que mostra as potencialidades e oportunidades que Sergipe oferece na área, com destaque ao Polo de Fertilizantes, Hub Sergipe, PSDI, entre outros temas.

Além do superintendente executivo, a manhã também foi marcada pela apresentação do assessor da Secretaria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Guilherme Papaterra, que falou sobre as Novas Concessões, Rodadas e Ofertas Permanentes.

“Com a atual conjuntura energética e mundial, das discussões sobre a transição energética e também o realinhamento dos investimentos  globais, nós entendemos que é essencial o diálogo e a interação dos agentes produtivos, com vistas a identificar as necessidades e perspectivas da sociedade. Entendemos que a apropriação justa dos benefícios conferidos pelos agentes econômicos do setor, a livre concorrência, a objetividade, a praticidade, a transparência, a ausência de duplicidade, devem ser as premissas para consolidar o ambiente de negócios favorável aos investimentos, principalmente nessa retomada de crescimento econômico tanto do país, quanto do estado”, finalizou.

Evento

O encontro reuniu representantes da administração pública, agentes do setor de energia, empresas da cadeia industrial e fornecedoras de bens e serviços de O&G, entidades setoriais, de pesquisa e promoção comercial, fundos de investimento e startups.

Eduardo Aragon, que é consultor da BrainMarket, empresa organizadora do evento, agradeceu a presença de todos e falou sobre a importância de encontros como esse para o avanço do segmento. “A gente tem como grande objetivo nesse evento, trazer de forma estruturada e planejada a cadeia produtiva de Óleo e Gás que estava adormecida há muito tempo, em função de desinvestimentos em terra da Petrobras, e agora com as descobertas da própria Petrobrás com o Sergipe Águas Profundas, o início das prospecções da Exxon e com a Carmo Energy  adquirindo o Polo Carmópolis, a expectativa é bastante interessante. A grande provocação vai ser de que forma nós vamos estruturar essas empresas, profissionais e trazer inovação”, informou.

O superintendente do Sebrae, Paulo do Eirado, também ofereceu sua contribuição na abertura do evento. “Sergipe realmente está com uma posição muito privilegiada dentro desse contexto, principalmente no de gás, e nós temos a obrigação enquanto agente econômico e de inovação tecnológica, de estar prevendo as melhores formas de como atuar nesse campo e como fazer com que essa riqueza se transforme em qualidade de vida, em melhoria de IDH, de distribuição de renda e que o povo sergipano possa de fato usufruir dessa riqueza”, pontuou

O deputado federal por Sergipe e Relator da Lei do Gás, Laércio Oliveira, corroborou com o discurso do Paulo do Eirado e lembrou o processo que culminou com a aprovação da Lei do Gás e tudo que ela representa para o momento que Sergipe e o país vivem. “Enfrentamos todas as dificuldades, precisávamos quebrar um monopólio existente a tantos anos, de um cenário que não estava muito em sintonia com o que a gente precisava. Então vencemos essa barreira para que o Brasil se abrisse para o mundo em termos de Óleo e Gás. Agora a gente começa a sentir os reflexos daquilo que foi construído”, apontou.

Complexo deve gerar uma média de 1.500 empregos (diretos e indiretos) quando totalmente reativada Complexo deve gerar uma média de 1.500 empregos (diretos e indiretos) quando totalmente reativada Na manhã desta terça-feira (16), o Governo do Estado e a empresa IRO Industrial, integrante do Grupo Polimix, assinaram um protocolo de intenções, onde estão previstos investimentos de R$ 500 milhões (ao longo dos próximos 30 meses) que serão destinados à aquisição de ativos e à modernização total do parque industrial da antiga fábrica da Itaguassu Agro Industrial (Cimentos Nassau), que foi leiloada e arrematada pelo grupo Polimix no mês de julho.  A assinatura sinaliza a disponibilidade do Estado em auxiliar na reativação da unidade, por meio de incentivos fiscais vinculados ao Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), e auxílio em demais esferas do Governo. Representaram o Governo, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), José Augusto Carvalho e o superintendente executivo da pasta, Marcelo Menezes, além do diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), José Matos. Já o grupo empresarial se fez presente com os diretores da Polimix, Roberto de Oliveira e José Antero dos Santos, e a diretora da IRO Industrial, Marly Duarte Penna Lima Rodrigues. O diretor José Antero dos Santos destacou que o projeto não é um desafio fácil, mas que, quando concretizado, trará resultados muito positivos para a empresa, e principalmente para Sergipe. “A planta é muito robusta e bem construída,  mas temos muito a recuperar. O corpo técnico que atuava nela, no passado, também era muito bem preparado. Então temos ótimas perspectivas com esse negócio e queremos transformar essa fábrica, após os investimentos na modernização total do parque industrial, em uma das mais modernas fábricas de cimento do país”, disse. O secretário José Augusto Carvalho reforçou que está à disposição da empresa para auxiliar no que for necessário. “Seja no diálogo com outros entes do Governo, como também na busca pelo enquadramento da empresa ao PSDI”, frisou. Já para o presidente da Codise, José Matos, “é muito importante que essa empresa retome sua atividade para gerar emprego e renda para os sergipanos. O grupo Polimix já está presente em Sergipe há mais de 20 anos, em uma relação respeitosa com o Estado, e gerando desenvolvimento na região de Pacatuba, onde há uma unidade já instalada”, comentou. Próximos passos Inicialmente, estima-se que após a conclusão dos trâmites judiciais, dos trabalhos para a revitalização e modernização da unidade fabril, a unidade gere um quantitativo mínimo de 250 empregos diretos e de, pelo menos, 1.250 empregos indiretos. Ainda durante o período de revitalização e modernização total espera-se que sejam gerados entre 1000 e 2000 empregos diretos. Além disso, a fábrica conta com uma capacidade de produção de 800 mil toneladas de cimento por ano que irão abastecer os mercados de estados como Sergipe, Bahia, Alagoas e Pernambuco. “Chegamos a Sergipe em 2001 e fizemos um trabalho grande, na época, de treinamento daquelas pessoas da região de Pacatuba, Neópolis e Japoatã e auxiliamos no desenvolvimento do entorno da fábrica. Recentemente, investimos 40 milhões na modernização dessa planta e queremos continuar investindo em Sergipe, pois acreditamos no Estado e sempre somos tratados com respeito e profissionalismo por toda a gestão do Governo”, reforça o diretor Roberto de Oliveira. Outros negócios Os gestores do grupo Polimix informaram ainda o interesse em ter em Sergipe operações por cabotagem no Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) e foram informados pelos membros do Governo sobre o grande volume de gás que o Estado terá em sua costa nos próximos anos, o que poderia ser o combustível para as plantas do grupo em Sergipe. “Iremos marcar um encontro entre o grupo e a VLI, empresa que administra o Porto, para que eles já iniciem as conversas. No encontro de hoje tratamos também do uso do gás nessa planta, o que interessou os empresários que enxergaram mais uma boa oportunidade”, ressaltou Marcelo Menezes. Unidade fabril foi leiloada este mês A fábrica cimenteira Itaguassu Agro Industrial, paralisada desde 2015, foi arrematada em leilão realizado na última semana pela Justiça do Trabalho em Sergipe. A aquisição foi feita pela IRO Indústria de Reciclagem e Comércio de Materiais de Construção LTDA, por mais de R$ 316 milhões. A unidade iniciou suas atividades em 1995, e operou por 20 anos, sendo desativada com uma série de dívidas trabalhistas e fiscais. Com a arrematação através de leilão realizado pela Justiça do Trabalho, o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), tomou a iniciativa de manter contato com a IRO Industrial, pertencente ao grupo Polimix. O grupo, inclusive, já possui uma unidade cimenteira em Sergipe, a Mizu Cimentos Especiais, instalada no município de Pacatuba. “Já estamos buscando um contato com a empresa para entender quais são os objetivos de utilização do imóvel, instalações e direitos minerários, apresentando as potencialidades de Sergipe e oferecendo o apoio do Estado para tornar a unidade produtiva o quanto antes”, explica o superintendente executivo da Sedetec, Marcelo Menezes. Retomada Ao longo dos últimos anos algumas empresas tiveram atividades paralisadas em Sergipe e com o apoio do Estado retomaram a produção, voltando a desenvolver suas atividades em plena capacidade. A Fábrica de Fertilizantes de Sergipe (FAFEN), hibernada pela Petrobras e reativada pelo grupo Unigel, é o maior exemplo disso. Desde a hibernação da unidade, em 2019, até sua reativação, em 2021, a Sedetec esteve próxima em todas as tratativas. Foram realizadas reuniões com a Petrobras e com o Governo Federal a fim de direcionar e agilizar o processo que culminou no arrendamento da planta pela Unigel. Atualmente, a Unigel é a maior fabricante de fertilizantes nitrogenados do Brasil e a unidade sergipana conta com a capacidade de produção de 650 mil toneladas de ureia, 450 mil toneladas de amônia. Recentemente, a planta teve sua produção interrompida para manutenção de equipamentos, mas o processo está sendo regularizado e nos próximos dias voltará a produção em sua plenitude. Ainda no projeto de retomada, em abril de 2022, o Grupo Unigel e o Governo de Sergipe assinaram um protocolo de intenções voltado à retomada da produção da planta de sulfato de amônio localizada na Unigel Agro SE, com previsão para o primeiro semestre de 2023. A unidade de sulfato de amônio encontra-se hibernada desde julho de 2017. Sua capacidade de produção é da ordem de 300 mil toneladas por ano. Para reativar a planta, estima-se um investimento em torno de R$ 30 milhões. Outro exemplo de como a atuação do Governo do Estado, por meio da Sedetec, tem sido decisiva para a atração de empresas e reativação de empreendimentos localizados em Sergipe é o processo de venda do Polo Carmópolis, por parte da Petrobras, a Carmo Energy. O processo foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2021, e desde então gestores da Sedetec mantém diálogo aberto com dirigentes da Carmo Energy. Vale lembrar também a trajetória da Vidroporto em Sergipe. A empresa chegou ao estado em 2019, após a aquisição da Indústria Vidreira do Nordeste (IVN), localizada em Estância, e reativou a empresa após um longo período paralisada. Atualmente, com apoio do Governo do Estado, a indústria mantém três linhas de produção ativas e mais de 260 empregos diretos. A lista de empreendimentos que tiveram sua retomada iniciada nos últimos anos em solo sergipano só aumenta. A Cerâmica Capri LTDA, que assina a marca Ravello Pisos e Revestimentos, é mais um exemplo. Em outubro de 2021 a empresa iniciou as vendas de cerâmicas produzidas na antiga planta da Escurial, que estava paralisada desde maio de 2018. A reativação da planta empregou em torno de 90 colaboradores diretos, além de 150 indiretos, número que deve aumentar após a entrada em funcionamento de uma terceira linha de produção. Mais recentemente, a Sabe Alimentos, outra empresa que também havia paralisado a produção, anunciou a retomada  por meio da aquisição de sua planta pela empresa capixaba Laticínios Damare. A expectativa é que sejam gerados de 200 a 250 empregos diretos após a fábrica entrar 100% em funcionamento. “Ambas as empresas contam com incentivos do Governo do Estado, por meio do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI). Além do PSDI a equipe da Sedetec, da Codise, e de demais pastas do Governo sempre se mostram abertos ao diálogo com as empresas que têm interesse em investir em Sergipe”, frisa o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho.

Cal Trevo é especializada em produção de britas e pó calcário e conta com incentivos do Governo do Estado por meio do PSDI

Instalada em Sergipe desde 2006, a Cal Trevo, indústria especializada na fabricação de produtos de cal, é uma das empresas incentivadas pelo Governo do Estado, através do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI). Localizada no município de Simão Dias, Centro-Sul sergipano, e com capacidade instalada de produção de 7.500 toneladas ao mês, a Cal Trevo possui um faturamento mensal de R$ 3,5 a R$ 4 milhões de reais. Além disso, é responsável por gerar emprego para 141 pessoas de forma direta.

A Cal Trevo é proveniente de uma fábrica, montada pelo Grupo Votorantim na década de 70 para atender uma indústria química norte-americana, que utilizava cal no processo produtivo. No final de 2005, o empreendimento foi vendido para o grupo mineiro chamado Grupo PH, e em janeiro de 2006, a empresa instalada em Sergipe passou a se chamar Cal Trevo.

A fábrica possui uma mina de calcário própria, que tem uma vida útil de 35 anos apenas da área já estudada. Atualmente, todo material produzido pela indústria é comercializado.

Produção
O processo de produção se inicia com a detonação das paredes da mina com explosivos. “Nós detonamos a parede, a pedra cai em função da detonação e a máquina coloca nos caminhões. Após isso, passam pelo processo de “britagem”, onde elas são trituradas para entrar no forno em pedaços menores”, explica o gerente geral da Cal Trevo, Fábio Ramos.

Como não é possível britar todas do mesmo tamanho, as pedras de calcário que não são da medida ideal para ir ao forno, vão para outro maquinário para gerar pó calcário. Hoje, a Cal Trevo possui uma capacidade de produção de 10 mil toneladas/mês apenas deste produto.

“Nós vendemos o pó calcário para realizar a correção de acidentes no solo e para indústrias de vidro. Esse pó é muito utilizado pelo agronegócio, é um produto muito procurado porque pode substituir o fertilizante ou aumentar o poder do solo em absorver o fertilizante, diminuindo então a quantidade de uso do produto”, informa Fábio, completando que as pedras estéreis são transformadas em britas e vendidas para a construção civil.

Os insumos utilizados na indústria são apenas do mercado interno sergipano, além da matéria-prima originada da própria mina. Já o mercado de clientes é bastante amplo, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país. “O mercado consumidor de produtos de britas é a construção civil. Já o calcário agrícola é destinado ao agronegócio e à indústria de vidro. Temos também a cal virgem, que é vendida para a indústria siderúrgica, a indústria química e a usina de cana de açúcar. Por fim, temos a cal hidratada, que é muito usada pela indústria cimenteira e pela construção civil”, explica o gerente geral da Cal Trevo.

Trabalho integrado
Supervisor de laboratório químico da indústria, Jairo de Santana Carvalho é responsável por realizar o controle de todos os produtos da mina, da moagem, da calcinação e o acompanhamento de todo o processo no forno. “Aqui a gente faz análises de todos os processos. Todos os pontos da fábrica são analisados aqui, como se o laboratório fosse a fábrica em miniatura. Fazemos ainda análises referentes a cada setor, desde a extração do minério, até sua calcinação”, detalha o químico.

Já o engenheiro de produção José Fagner de Andrade Silva, que trabalha na empresa há sete anos, conta que é responsável por todo o controle e planejamento de produção da empresa. “Hoje, tudo que é produzido vem do planejamento de produção, os insumos que iremos precisar para essa produção, quantidades de pessoas, quais demandas comerciais que precisaremos. Portanto, tudo depende de planejamento para que a gente atenda com êxito a programação de vendas”, completa.

PSDI
Conduzido pelo Governo através da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), o PSDI é uma importante ferramenta para promover a ampliação e a implantação de empresas no Estado. A Cal Trevo já havia recebido incentivo do Governo há muitos anos, e junto à Codise, conseguiu a extensão desse benefício até 2032. “Temos uma relação próxima e respeitosa com o Governo do Estado, cumprindo as nossas obrigações em termos de impostos, licenças, e em função também dos empregos e receitas que a gente gera. Portanto, esse incentivo fiscal é muito importante para nossa empresa”, declara Fábio Ramos.

Reunião contou com a presença e teve o intermédio do ex-ministro José Henrique Paim

Com o objetivo de apresentar as possibilidades existentes em Sergipe no que diz respeito à instalação de usinas de energia solar e na área industrial, o Governo do Estado recebeu, na quarta-feira (27), o ex-ministro da educação e atual diretor do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV), José Henrique Paim, o vice-diretor do DGPE/FGV, Romeu Weliton Caputo, o diretor da unidade de Cuiabá do Grupo Matsuda, Ricardo Matsunag, e o gestor da empresa Inovar Transportes, Irineu Turazzi.

A reunião ocorreu na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), sob condução do secretário José Augusto Carvalho. Acompanhado de técnicos da pasta e de diretores de órgãos vinculados, como Codise, Fapitec, SergipeTec e ITPS, José Augusto pôde recepcionar os convidados e falar sobre áreas públicas e também privadas que poderiam interessar aos investidores.

“Procuramos reunir não só o corpo técnico da Sedetec, mas também dos órgãos vinculados, para apresentar a equipe do Governo aos empresários e mostrar que Sergipe recebe com muito acolhimento as empresas que se interessam pelo nosso Estado. Todos saíram muito satisfeitos com o encontro e com uma próxima visita a ser agendada em breve”, explicou José Augusto.

O ex-ministro e atual diretor do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV), José Henrique Paim, cumpriu agenda ao longo do dia em Sergipe e afirmou que a visita objetivou trabalhar questões relacionadas a educação, com o possibilidade de investimentos na área de energia solar. “Tivemos uma recepção muito boa e esperamos poder concretizar esses projetos que aqui foram expostos”, completou.

O gestor da Inovar Transportes, Irineu Turazzi, por sua vez, destacou que sai boas expectativas do encontro. ” Conhecemos algumas oportunidades de Sergipe, como benefícios fiscais e aporte de investimentos através do Paim, por isso fizemos questão de vir conhecer a equipe do Governo de perto e conversar sobre nossos projetos”, pontuou.

Presenças

Além da equipe da Sedetec, participaram da reunião o presidente da Codise, José Matos, do ITPS, Kaká Andrade, do SergipeTec, Eduardo Prado, e da Fapitec, Ronaldo Guimarães e do IPTI, Saulo Barreto.